03Aug/17

Escola Secundária de Santa Maria Maior no FFIL – Festival de Internacional de Literatura- Freixo de Espada à Cinta

A convite da Câmara Municipal de Freixo de Espada à Cinta, o Agrupamento de Escolas de Santa Maria Maior participou com um grupo significativo de alunos do ensino secundário no Freixo, Festival Internacional de Literatura, tributo à Vida e Obra do escritor Guerra Junqueiro, que decorreu entre os dias 1 e 3 de Junho de 2017, com Conferências, Entrevistas, Exposições, Teatro de Rua e Feira do Livro, entre outras atividades.
O dia 1, primeiro dia do festival, foi o destinado às escolas, tendo estado presentes o Agrupamento de Escolas de Freixo de Espada à Cinta; o Agrupamento de Escolas de Macedo de Cavaleiros; o colégio Calasanz, de Salamanca; a Escola Junkholz; a Escola de Halwiller, o Collêge de L’ Europe- Monthey e Schürhaus Sand Sud, VISP, da Suiça, e, claro, o Agrupamento de Escolas de Santa Maria Maior.
A representar a escola e a cidade de Viana do Castelo estiveram 39 alunos (cinco do 10º ano; dois do 11ºano e trinta e dois do 12ºano) distribuídos por várias atividades, acompanhados pelo Diretor do Agrupamento, Doutor Benjamim Moreira, pela Coordenadora do Departamento de Português, Doutora Ana Bela Afonso, e pelo professor João Vilas.
A chegada a Freixo de Espada à Cinta deu-se pelas 10 horas e, logo de seguida, começou a grande azáfama, entre diretos para a RTP, com esperas e correrias, e a preparação dos alunos para as várias iniciativas, debaixo de um calor abrasador.
Todas as atividades preparadas pelos alunos, com a orientação dos professores Ana Bela Afonso e João Vilas, se basearam na vida e obra de Guerra Junqueiro e a sua passagem por Viana do Castelo, onde viveu parte considerável da sua vida, foi Secretário-Geral do Governo Civil, casou com D. Filomena Augusta da Silva Neves e nasceram as suas duas filhas. Guerra Junqueiro era natural de Freixo de Espada à Cinta, onde nasceu em 1850, e morreu em Lisboa, no ano de 1923.
Declamação de Poesia de Guerra Junqueiro, Teatro “Varina Minhota” e “Mensagens de Junqueiro” pelo Cena Maior- Grupo de Teatro da Escola de Santa Maria Maior; orientado pelo professor João Vilas, Momento de Fado “Havemos de ir a Viana”, Exposições – Fotografia e postais de Viana antiga; vídeos “Viajando por Viana com o poeta de Freixo” e “Carta a F.” (coreografia) foram as atividades de Santa Maria Maior.
Na parte da manhã, foram apresentados os dois momentos de teatro “Varina Minhota” e “Mensagens de Junqueiro”, ao ar livre, nos Paços do Concelho, mesmo em frente à Câmara Municipal. Todas as outras atividades se realizaram da parte da tarde, em vários espaços, nomeadamente na Feira do Livro, Largo do Castanheiro, e no Auditório Municipal, depois de um magnífico almoço na Sede dos Bombeiros Voluntários de Freixo de Espada à Cinta oferecido pela respectiva autarquia.
A participação do Agrupamento de Escolas de Santa Maria Maior foi muito elogiada, quer pelos responsáveis pelo festival, Drª.Maria do Céu Quintas, Presidente da Autarquia de Freixo, e Drª Avelina Ferraz, quer por todas as pessoas presentes, incluindo os alunos e professores portugueses e estrangeiros.
De referir também que este Festival contou com a presença de personalidades importantes e reconhecidas no mundo da Literatura e da Cultura, casos de Manuel Alegre, Mário Cláudio, Nuno Rogeiro, Isabel Alçada e José Fanha, entre outros.
O regresso a casa deu-se durante o fim da tarde desse primeiro dia do Festival, com muito cansaço mas grande satisfação pelo dever cumprido, tendo a comitiva chegado à Princesa do Lima por volta das 20 horas.
Na sequência desta participação, o Diretor do Agrupamento de Escolas de Santa Maria Maior, recebeu há dias a Drª Avelina Ferraz, responsável pela organização do FFIL, que se deslocou a Viana do Castelo para oferecer, pessoalmente e em nome da Câmara Municipal de Freixo, um busto do poeta e escritor Guerra Junqueiro e agradecer a magnífica participação dos alunos de Santa Maria Maior no Festival Internacional de Literatura. Um justo prémio para os alunos da Maior, uma honra enorme para Viana do Castelo e para o Agrupamento de Escolas de Santa Maria Maior.

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03Mar/17

Parlamento dos Jovens 2017 – Ser deputado jovem

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O nosso Agrupamento participa no programa Parlamento dos Jovens, ensino básico e ensino secundário, o qual se desenvolve em três fases: escolar, distrital e nacional, este ano subordinado ao tema Os jovens e a Constituição: tens uma palavra a dizer! para o básico e 40 anos da Constituição da República Portuguesa e do Poder Autárquico para o secundário.

A sessão Escolar do Ensino Básico decorreu no passado dia 19 de janeiro, na “Frei”, tendo sido eleitos, para a Sessão Distrital, em representação do Agrupamento, os deputados Bárbara Cavadas, Ana Costa, Tomás Freitas, todos efetivos, e como suplente o deputado Gonçalo Vieito.

A sessão Escolar do Ensino Secundário realizou-se no dia 23 de Janeiro, no Auditório Maior, tendo sido eleitos os deputados Guilherme Teles (11ºC), Marta Silva (11ºH) e António Bezerra (11ºD) como efetivos e como suplente o deputado Simão Lourenço (11ºF).

A Sessão Distrital, conforme anunciado no sítio do programa na Internet, http://www.jovens.parlamento.pt/, decorrerá no próximo dia 6 de março.

A aluna Matilde Pereira, da turma C, 8º ano, será a Presidente da Mesa da Sessão Distrital do Círculo Eleitoral de Viana do Castelo, Ensino Básico. A eleição do Presidente da Mesa é feita entre os demais candidatos das escolas do distrito, após sessão de prestação de provas de competências e de conhecimentos, número 1 do artigo 4.º do regulamento da sessão distrital do regimento do programa do Parlamento dos Jovens.

Ainda no âmbito do programa, realizou-se um debate com o Sr. Deputado Carlos Abreu Amorim, no qual participaram cerca de 90 alunos, no dia 16 de janeiro. Internamente, ao longo do 1º período, realizaram-se sessões de sensibilização e de esclarecimento junto dos alunos, ora através do professor coordenador do programa, ora através dos diretores de turma, envolvendo sobretudo as turmas do terceiro ciclo. O Dr. Eduardo Teixeira e o Dr. Viana da Rocha dinamizaram uma sessão sobre os 40 anos do Poder Local, na Escola Secundária de Santa Maria Maior.

 

29Jan/17

Concurso Nacional de Leitura

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CONCURSO NACIONAL DE LEITURA NA ‘MAIOR’

RESULTADOS DA 1ª FASE

Decorreu, em 12 de janeiro, a prova escolar relativa à 11ª edição do Concurso Nacional de Leitura 2016/2017.

Este ano a prova teve por base a obra de Richard Zimler, Ilha Teresa.

Em Ilha Teresa, Richard Zimler conta-nos a história de Teresa, uma jovem de 15 anos, sensível e espirituosa, cujo equilíbrio emocional e sentido de identidade se veem ameaçados quando a sua família deixa Lisboa para ir viver em Nova Iorque.

Estão de parabéns os nossos alunos do 10º ano que leram a obra e participaram massivamente nesta primeira fase do Concurso, num total de 196 participações!

Os resultados alcançados, de um nível muito positivo, comprovaram, para além do gosto pela leitura, o modo interventivo como os nossos jovens alunos acompanham a diversidade de questões que nestas idades lhes dizem diretamente respeito.

Estão, pois, todos de parabéns!

Mas, claro, há que realçar e felicitar as ilustres vencedoras!

São elas:

Ana Rita Videira Domingues (10ºD)  – 1º lugar

Ana Rita Martins Gomes de Sá (10ºB) – 2º lugar

Helena Fins (10ºJ)  – 3º lugar.

 

Contamos, no dia 20 de fevereiro, com mais uma vinda de Richard Zimler à nossa Escola.

Muitos alunos terão, assim, a oportunidade de conhecerem pessoalmente o autor, dialogar com ele e, até, melhor conhecerem a sua obra!

14Dec/16

PALAVAR – Festa de Natal e da Língua Portuguesa

 

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“Gosto de dizer. Direi melhor: gosto de PALAVRAR. A minha pátria é a língua portuguesa.”

Bernardo Soares, Livro do Desassossego (adaptado)

 

Numa homenagem a Fernando Pessoa, um poeta Maior da literatura universal, PALAVRAR é o título do Sarau que terá lugar no Auditório Maior da Escola Secundária do Agrupamento, no próximo dia 16, pelas 21h.

Mas a homenagem é especialmente dirigida aos Pais e Encarregados de Educação a quem os seus educandos, os alunos de Português do Agrupamento, dedicam as suas participações no PALAVRAR.

Outras particularidades se podem acrescentar a esta festa: ela resulta da mobilização do trabalho das aulas de Português, mas também das outras disciplinas, de modo a valorizar as capacidades dos alunos, potenciar a dimensão artística das mesmas e ampliar a sua visibilidade num espaço afetivo que envolve os seus colegas, professores, famílias e comunidade.

Esta atividade, que marca o encerramento do primeiro período, é aberta a toda a Comunidade Escolar e, por isso, mas mais sentido terá com a presença de todos!

Sejam bem vindos à segunda edição da Festa Palavrar!

 

04Dec/16

Visita de estudo dos alunos do Curso Profissional de Técnico de Audiovisuais a Lisboa e à Golegã

Visita de estudo dos alunos do Curso Profissional de Técnico de Audiovisuais a Lisboa e à Golegã.
Os alunos visitaram o MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, assistiram à gravação do programa da TVI  A Tua Cara Não Me É Estranha, visitaram o Mosteiro dos Jerónimos e conheceram histórias da fotografia na Casa-Estúdio Carlos Relvas.

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17Nov/16

Halloween

Sabiam que…

a tradição anglo-saxónica do “Trick or Treat” tem as suas raízes no cristianismo da Idade Média?

 

Pois é… por volta do século IX, a Igreja designou o dia 02 de novembro como o Dia de Finados, um tempo para honrar os mortos. Na celebração deste dia, na Inglaterra, os pobres iam visitar as casas das famílias mais ricas e receber doces e bolos em troca da promessa de rezar pelas almas dos parentes mortos dos proprietários. Esta prática, conhecida como souling (de soul=alma) foi mais tarde retomada por crianças, que iam de porta em porta pedindo presentes, tais como alimentos e dinheiro.

Na Escócia e na Irlanda, os jovens vestiam disfarces (guising) e, indo de casa em casa, cantavam canções, recitavam poemas, contavam piadas ou realizavam outro tipo de “trick”, em troca do “treat”, que normalmente consistia em frutas ou em moedas.

Nos Estados Unidos da América, mais tarde, no séc. XIX, os imigrantes que fugiram da fome na Irlanda, na década de 1840, reavivaram as tradições de souling e guising. No séc XX, após a 2ª Guerra Mundial, o “trick-or-treat” tornou-se prática comum do Halloween para milhões de crianças nas cidades da América.

Sabiam que…

Os jack-o’-lanterns originais foram esculpidos a partir de nabos, batatas ou beterrabas?

 Há séculos que, no Halloween, se fazem “jack-o’-lanterns”. Esta prática teve origem irlandesa, na história de um homem chamado “Stingy Jack” (Stingy=avarento). De acordo com a história, Stingy Jack convidou o Diabo para tomar uma bebida. Fiel ao seu nome, Stingy Jack não quis pagar a bebida e convenceu o Diabo a transformar-se numa moeda que Jack poderia usar para pagar as suas bebidas. Logo que o diabo o fez, Jack decidiu manter o dinheiro e colocá-lo no bolso ao lado de uma cruz de prata, o que impediu o Diabo de voltar à sua forma original. Jack finalmente libertou o Diabo, sob a condição de ele não o incomodar durante um ano e que, se ele morres se, o Diabo não reclamaria a sua alma.

No ano seguinte, Jack voltou a enganar o Diabo, para o fazer subir a uma árvore e apanhar fruta. Enquanto ele estava lá em cima, Jack esculpiu uma cruz na casca da árvore. Como não podia descer, o Diabo teve de prometer a Jack não o incomodar por mais dez anos.

Pouco tempo depois, Jack morreu. Diz a lenda que Deus não permitiu que Jack fosse para o céu e que o Diabo, aborrecido com as partidas que Jack lhe pregara, não o quis no Inferno e decidiu enviá-lo para a noite escura, apenas com um carvão em brasa para iluminar o caminho. Então Jack colocou o carvão dentro dum nabo esculpido e, desde então, tem andado a vaguear pela terra. Os irlandeses começaram a chamar a esta figura fantasmagórica o “Jack da Lanterna”, e, em seguida, simplesmente “Jack  O’Lantern.”

Na Irlanda e na Escócia, as pessoas começaram a fazer suas próprias versões de lanternas de Jack, esculpindo rostos assustadores em nabos ou batatas para os colocar nas janelas ou nas portas e assim para espantar Stingy Jack e outros espíritos malignos errantes. Na Inglaterra, eram usadas beterraba grandes. Imigrantes desses países levaram a tradição jack-o’lantern com eles quando foram para os Estados Unidos. Aí, descobriram que as abóboras, uma fruta nativa da América, faziam jack-o’-lanterns perfeitos…

 

 

Por cá, na Frei Bartolomeu dos Mártires, como de costume, pelo Halloween, o Inglês promoveu o habitual concurso de “Jack o’ Lanterns” e dois alunos de cada turma do 3º, 4º, 5º e 6º anos, foram “trick or treating”: percorreram as respetivas escolas e encheram os sacos de “treats” (guloseimas) que, solidariamente, partilharam com todos os colegas de turma. Foi bonito de se ver!!

Abaixo ficam alguns testemunhos fotográficos da nossa festa.

 

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11Nov/16

Finalistas no Teatro!

Finalistas no Teatro!

 

Todos os alunos do 12º ano assistirão no, dia 15 de novembro, à peça ‘Eu sou o Outro’, levado a cabo pela Companhia de Teatro em Caixa.

 

Trata-se de um espetáculo sobre Fernando Pessoa, no qual há uma combinação entre teatro, música e poesia. Do interior das caixas, transportadas para o espaço cénico, surgem marionetas, luzes estranhas que, através da poesia e da música, animam esse mesmo espaço, dominado pelo balcão de um bar, onde se encontram os três principais heterónimos – Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos e o ortónimo de Pessoa.
De forma lúdica, passam-se conhecimentos importantes, simplificam-se conceitos, traduzidos por pesados signos que, desta forma, se agarram mais facilmente à memória e que, muito mais do que isso, convidam à pesquisa literária e ao convívio natural com a poesia. Na figura de Pessoa, frágil e cinzenta, escondia-se um mundo intenso e apaixonante, que se pretende mostrar.

Abílio Rocha, empregado de balcão de um conhecido café em Lisboa, próximo de Pessoa, conduz-nos num périplo pelos mundos de Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos, cruzando a obra de Pessoa ortónimo e heterónimos com a sua própria vida. Uma vida plena dos sonhos e ilusões próprios de quem tem as suas raízes num Portugal profundo e conviveu, de perto, com um dos poetas mais consagrados da nossa língua. Uma vida que ecoa nas cordas do seu bandolim, fazendo vibrar o próprio eixo da nossa herança, da nossa identidade.

Haverá melhor forma para aliar a fruição estética ao estudo da poética pessoana?